A Bahia é potência cultural reconhecida no mundo inteiro, mas quem produz cultura na periferia e no interior segue sem estrutura, sem edital e sem espaço. Investir em cultura e em juventude é investir em economia, em identidade e em futuro.
O que eu defendo
- Equipamentos nos bairros: bibliotecas, centros culturais e espaços de ensaio fora do eixo central.
- Editais descentralizados: fomento que alcance os 417 municípios, com regras acessíveis a coletivos pequenos.
- Permanência estudantil: bolsas, moradia e transporte para quem estuda longe de casa.
- Esporte comunitário: reforma e manutenção de quadras e campos de bairro.
- Cultura popular: reconhecimento e apoio a mestres, terreiros, blocos e grupos tradicionais.
Por que isso importa
Onde falta política cultural, sobra abandono. Cultura é trabalho, é renda e é o que segura a juventude perto de um projeto de vida.
