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Trabalho digno e renda

Qualificação profissional, apoio à economia popular e enfrentamento da informalidade.

A Bahia tem uma das maiores populações em situação de informalidade do país. Gente que trabalha muito e ganha pouco, sem direitos e sem rede de proteção. Enfrentar isso exige política pública articulada, não sorte individual.

O que eu defendo

  • Qualificação com destino: cursos técnicos alinhados às vocações econômicas de cada território.
  • Economia popular e solidária: crédito acessível e apoio a cooperativas, associações e feiras.
  • Primeiro emprego: programas de estágio e aprendizagem com foco na juventude periférica e do campo.
  • Agricultura familiar: compra institucional dos alimentos produzidos por pequenos agricultores para escolas e hospitais.
  • Fiscalização: enfrentamento ao trabalho análogo à escravidão e à uberização sem direitos.

Por que isso importa

Renda no bolso de quem trabalha volta para o comércio do bairro. Desenvolvimento que não distribui é só concentração com outro nome.